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BRASIL, Sudeste, SAO JOSE DOS CAMPOS, Homem, de 36 a 45 anos, Informática e Internet, Esportes
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CONTO CHINÊS

 

Diz um Conto Chinês que um jovem foi visitar um sábio conselheiro e disse-lhe sobre as dúvidas que tinha a respeito de seus sentimentos por uma bela moça.

O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma coisa:- Ame-a.

E logo se calou.

Disse o rapaz:- Mas, ainda tenho dúvidas...-

Ame-a, disse-lhe novamente o sábio.E, diante do desconserto do jovem, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:

 

"Meu filho,Amar é uma decisão, não um sentimento.

Amar é dedicação e entrega.

Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor.

O amor é um exercício de jardinagem.

Arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide.

Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas nem por isso abandone o seu jardim.

Ame, ou seja, aceite, valorize, respeite, dê afeto, ternura, admire e compreenda.

Simplesmente: Ame!!!

Porque 

A inteligência sem amor te faz perverso.

A justiça sem amor te faz implacável.

A diplomacia sem amor te faz hipócrita.

O êxito sem amor te faz arrogante.

A riqueza sem amor te faz avarento.

A docilidade sem amor te faz servil.

A pobreza sem amor te faz orgulhoso.

A beleza sem amor te faz ridículo.

A autoridade sem amor te faz tirano.

O trabalho sem amor te faz escravo.

A simplicidade sem amor te deprecia.

A lei sem amor te escraviza.



 Escrito por FILÓSOFO às 14h18
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MUIIIIIIITOOOOOO LINDOOOOOOO



 Escrito por FILÓSOFO às 22h43
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O Crucifixo de Prata

Certa manhã, na cidade de Siena, Catarina estava indo para a missa  na igreja de São Domingos. As ruas ainda estavam escuras, mas o sol  já dava toques de ouro nos telhados e torres da cidade. Catarina olhava a luz do sol nascente quando surgiu alguém que pegou em seu casaco. - Por favor, me ajude - sussurrou uma voz. Ao se virar para o dono da voz, ela viu um homem encostado à parede; tão magro e pálido que mal se agüentava em pé. - De que você precisa? - perguntou ela caridosamente. - Preciso de ajuda para viajar - respondeu o homem. - Moro muito longe, lá na montanha, e vim aqui procurar trabalho. Mandei tudo para minha esposa comprar comida aos filhos. Preciso de dinheiro para comer alguma coisa e recobrar minhas forças. - Daria de todo coração - murmurou Catarina - mas sou apenas uma irmã da Ordem de São Domingos e não tenho dinheiro. Ia seguindo seu caminho quando o homem tocou suavemente novamente em seu casaco. - Por favor, me ajude! - insistiu ele- preciso de muito pouco. Catarina olhou-o com piedade.Não queria ignorar o pedido, mas que podia fazer? Já dera tudo que possuía. Seus pais eram bondosos, mas não podia pedir que descem o que tinham a um perfeito estranho.E havia tantos... tantos necessitados além desse homem.... Rezou pedindo auxílio, os dedos cruzados sobre o pequeno crucifixo de prata que usava desde menina, e que sempre segurava quando voltava o pensamento para Deus.De repente, teve a solução. É verdade que era apenas uma cruzinha do tamanho de uma moeda, já um tanto gasta por tantas vezes tomá-las entre as mãos. Mas, sendo de prata, ele poderia vender... comprar comida e voltar para casa.Pôs o crucifixo nas mãos do homem e apressou o passo para chegar a tempo da missa. Embora tivesse dado o objeto que  mais prezava, sentia o coração leve e feliz como se tivesse recebido um

presente valioso. Ao se ajoelhar na igreja, aconteceu uma coisa muito estranha. Catarina viu-se num amplo salão de teto em arco,cheio de belos tesouros. No meio deste salão estava JESUS, trazendo na mão o mais belo de todos os objetos - uma cruz de ouro cravejada de pedras preciosas, tão refulgentes de glória que lhe enchia os olhos. - Veja esses tesouros - disse o Senhor- são as mais belas ações dos homens, praticadas em meu nome. Catarina ficou encantada diante daqueles tesouros, mas um desejo aflorou em seu coração e ela disse: - Oh, Senhor! Sou apenas uma pobre irmã. Nada posso oferecer que encontre lugar entre tais maravilhas. Jesus sorriu e, levantando a cruz, disse:- Já viu esta cruz, Catarina? - Não, Senhor.Nunca vi nada tão maravilhoso.E à medida que fixava o olhar na jóia, sentiu-se encher de imensa  alegria, pois no centro da cruz, no coração mesmo do resplendor de luz, ela viu o pequeno crucifixo de prata que tinha dado ao homem  na rua. E enquanto a visão ia esvaecendo, uma voz soou em seus ouvidos: -

 

AQUILO QUE FIZERES A TEUS SEMELHANTES,AINDA QUE SEJA O ÚLTIMO DELES, A MIM ESTARÁS FAZENDO.

Santa de muitos devotos na Itália, Catarina nasceu em Siena,  em 1347. Filha de pais ricos, entrou para a Ordem Dominicana... muito jovem.(...)

 



 Escrito por FILÓSOFO às 22h35
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Um Amor
 
Silvana Duboc
 
Um amor pode ser de vários tamanhos,
pode ter várias formas,
vários pesos, várias medidas.
Pode ser profundo ou superficial,
maduro ou infantil, longo ou curto,
pode passar como um tufão
ou como uma brisa de verão,
pode ser sentido ao longe ou bem pertinho.
Um amor troca um beijo, um carinho,
uma emoção, um afago, um perdão.
Um amor troca confidências, troca juras,
troca feitiço, troca dúvidas e experiências.
Um amor pode ser forte ou fraco,
distraído ou atento,
pode vencer tormentas, dissabores
e oferecer alento.
Um amor pode sobreviver a distâncias
e atravessá-las num segundo através do pensamento.
Um amor é como um vício, uma droga,
desencadeado por uma paixão ardente.
Um amor produz sorrisos, momentos perfeitos,
produz sonhos e insônias,
produz palpitações, angústias,
agonias e ilusões.
Um amor verdadeiro se perde no tempo,
caminha pelo passado,
atua no presente, se encaminha para o futuro
e adormece na eternidade.
Um grande e verdadeiro amor ilustra noites
enluaradas e dias ensolarados.
Um amor tem lembranças de lugares,
de cheiros, de músicas e de sons.
Um amor tem sabores, às vezes doces,
outras vezes amargos,
mas todos sempre bem saboreados.
Um amor pode iluminar a vida ou escurecer o coração.
Um amor pode ser real,
virtual ou transcendental,
porém sempre será igual.
Um amor pode ser impossível, improvável,
mas pleno no coração.
Pode ter testemunhas ou ser oculto
e mesmo assim ser vivido intensamente.
Pode ser clandestino e anônimo,
pode ter o nome de uma flor
e ainda assim ser um grande amor.
Um amor pode ser castigado pelas agruras da vida
e persistir inalterado e majestoso.
Um amor de verdade pode jamais se consumar
e ser  forte como uma rocha,
profundo como o fundo do mar.
Um amor pode ser arriscado,
difícil, perigoso, inadequado,
mas mesmo assim almejado e correspondido.
Um amor pode sobreviver a intrigas,
invejas, calúnias e sair vencedor.
Um amor de verdade não vê idade, cor, religião,
raça ou aparência,
não tem preconceitos, nem preceitos,
não faz distinções.
Um amor não fere e se ferir, assopra.
Um amor tem marés, altas e baixas, fracas e fortes.
Um amor pode ter muitas histórias,
fabricar poemas, inspirar versos e canções.
Um amor não tem perguntas,
porque jamais necessita de respostas.
Um amor precisa para adormecer
a companhia de um outro amor
e para despertar um toque desse mesmo amor.
Um amor pode ser contido, travado,
reprimido, ou declarado.
Um verdadeiro amor pode subir montanhas,
cair em precipícios, atravessar desertos,
envolver-se em tempestades,
afundar em oceanos
e ainda assim sobreviver.
Um amor pode dar frutos e lançá-los ao mundo
cobertos de amor também.
Um amor tem cores, o branco da paz, o azul do afeto,
o rosa do carinho e o vermelho da paixão.
Um amor comete loucuras, por vezes se arrepende
e volta a cometê-las novamente.
Um amor de verdade dá espaço, cede momentos,
expõe idéias, lança argumentos,
sem jamais violar sentimentos.
Um amor pode escravizar-se e sentir-se livre.
Um amor profundo acontece,
resplandece, revigora-se e amadurece.
Um amor pode ser sábio, desinteressado,
confiante e altruísta.
Um amor de verdade pode se perder
na poeira do tempo,
pode se desfazer através dos anos,
mas sempre terá sido um amor imenso.
Um amor pode ser eterno ou fugaz,
pode ser o primeiro ou o último,
novo ou velho... mas ardente.
Um amor só não suporta ser vivido,
sonhado e mantido sozinho.
Um amor precisa de outro amor para sobreviver,
se assim não for, não terá sido um amor,
terá sido apenas uma grande dor.


 Escrito por FILÓSOFO às 12h31
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APRENDI E DECIDI...

Autor: Walt Disney


E assim, depois de muito esperar, num dia como outro qualquer,
decidi triunfar...
Decidi não esperar as oportunidades e sim, eu mesmo buscá-las.
Decidi ver cada problema como uma oportunidade de encontrar uma solução.
Decidi ver cada deserto como uma possibilidade de encontrar um oásis.
Decidi ver cada noite como um mistério a resolver.
Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.
Naquele dia descobri que meu único rival não era mais que minhas próprias limitações e que enfrentá-las era a única e melhor forma de as superar.
 Naquele dia, descobri que eu não era o melhor e que talvez eu nunca tenha sido.
 Deixei de me importar com quem ganha ou perde, agora, me importa simplesmente saber melhor o que fazer.
 Aprendi que o difícil não é chegar lá em cima, e sim deixar de subir.
 Aprendi que o melhor triunfo que posso ter, é ter o direito de chamar a alguém de "Amigo".
 Descobri que o amor é mais que um simples estado de enamoramento, "o amor é uma filosofia de vida". 
 Naquele dia, deixei de ser um reflexo dos meus escassos triunfos passados e passei a ser a minha própria tênue luz deste presente.
 Aprendi que de nada serve ser luz se não vai iluminar o caminho dos demais.
Naquele dia, decidi trocar tantas coisas... 
 Naquele dia, aprendi que os sonhos são somente para fazer-se realidade.
E desde aquele dia já não durmo para descansar...
 Agora simplesmente durmo para sonhar.



 Escrito por FILÓSOFO às 22h03
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 Escrito por FILÓSOFO às 19h22
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 Escrito por FILÓSOFO às 18h20
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DEUS NOS FEZ COM DOIS OUVIDOS E UMA BOCA PARA NÓS ESCUTARMOS MAIS E FALAR MENOS

Barulho de Carroça


Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com
prazer.

Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:

- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?

Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

- Estou ouvindo um barulho de carroça.

- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...

Perguntei ao meu pai:

- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?

- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por


causa do barulho.


Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.

Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna,


interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu


pai dizendo:

Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...


Autor Desconhecido




 Escrito por FILÓSOFO às 18h11
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